O que observar durante a compra de medicamentos?

Independente do lugar, idade ou produto a ser comprado, todos nós já passamos por algum incidente durante a compra de um medicamento.

Seja por desinformação, prazo de validade, ou até mesmo, em caso de dúvidas, que ainda não foram tiradas de forma adequada, e/ou que precisam ser consultadas com um farmacêutico.

Infelizmente, detalhes como esses, ainda são falhas encontradas no mercado. Porém, elas podem ser identificadas por nós no momento de compra de um medicamento, como um método preventivo.

Por isso, selecionamos alguns fatores que podem ser analisados no momento de compra e que devem estar de acordo com as normas para farmácias e drogarias. Confira a seguir:

1. Verificar embalagem e bula dos medicamentos

Embalagem e bula dizem muito sobre os medicamentos a serem consumidos. Além disso, são neles que devem estar contidas todas as informações de fabricação, substâncias, prazos de validade, e indicações de uso.

Por exemplo, podemos identificar na embalagem a necessidade e a classificação de prescrição em um medicamento.

Em primeiro lugar, as embalagens sem tarja se referem aos medicamentos que não precisam de prescrição. Já os com tarja vermelha, necessitam de prescrição sem retenção de receita. E por fim, os de tarja preta ou vermelha, são caracterizados por prescrição com retenção de receita.

Por isso, elementos como esse ajudam a identificar e facilitar tanto a compra, como o uso adequado do medicamento.

Imagem de caixas de medicamentos empilhadas em uma estante.

2. Comprar medicamentos apenas com orientação médica e/ou farmacêutica

Muitas vezes, durante a compra de um medicamento que não necessita de prescrição, não achamos necessário consultar um profissional.

Com isso, a internet acaba sendo o local que procuramos tirar dúvidas, mas que nem sempre nos dá as informações corretas. E, portanto, optar pela automedicação pode ser um risco, e pode agravar a doença, podendo gerar intoxicação, ou consequências piores.

Por isso, uma das normas para farmácias estabelecidas pela Anvisa, é a presença de um farmacêutico que acompanhe e tire dúvidas do paciente.

Imagem de um médico com uma prancheta para receituário e prescrição.

3. A diferença entre genéricos, de referência e similar;

Muitos ainda possuem sérias dúvidas em relação aos tipos de medicamento na hora da compra. Portanto, é importante checar o que significam:

  • Medicamento de referência: São os que possuem marca registrada, com segurança e eficácia comprovadas, e o registro da Anvisa.

Além disso, é inovador e serve como orientação para os demais tipos.

  • Medicamento genérico: São iguais aos medicamentos de referência em qualidade e também registrados pela Anvisa.

Porém, não possuem nome de marca e, no entanto, como os medicamentos de referência, e por isso, geralmente são mais baratos.

Obs: Todos eles devem ter uma faixa amarela e o nome “Genérico” em destaque.

  • Medicamento similar: Os medicamentos similares são como uma cópia dos medicamentos de referência. Isso porque, possuem a mesma produção e a mesma indicação terapêutica deles, porém se diferenciam dos demais pelo tamanho, forma do produto, prazo de validade, entre outros.
Imagem de uma mão segurando medicamentos e cartelas ao fundo.

4. Observar o estabelecimento de compra

Por fim, um dos fatores mais importantes a serem verificados é se o estabelecimento é, de fato, regularizado e possui licença sanitária pela Anvisa, assim como os medicamentos a serem consumidos.

Além da presença de um farmacêutico durante todo o horário de atendimento, sendo estes deveres da farmácia.

Imagem com medicamentos expostos em uma estante de vidro.

Ademais, os serviços de consultoria da Santé tem o objetivo de auxiliar uma empresa, drogaria, ou farmácia, a estar de acordo com as normas estabelecidas por órgãos de vigilância sanitária e Anvisa. Agende já a sua!

Caso você verifique alguma irregularidade entre em contato com os órgãos fiscalizadores. Para dúvidas e/ou mais informações, consulte o site da Anvisa: http://portal.anvisa.gov.br/