Como deve ser feito o descarte do lixo hospitalar?

Uma das questões que preocupam a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os demais órgãos fiscalizadores é a destinação do lixo hospitalar.

Portanto, esse alerta deve ser feito constantemente em clínicas, hospitais, e laboratórios, a fim de que seja feito o descarte correto do lixo hospitalar não apenas como uma forma de adequação a essas normas de vigilância sanitária, mas cumprindo os mesmos objetivos da mesma: evitar riscos sanitários na sua empresa, na saúde dos colaboradores, e na dos pacientes, principalmente em período de disseminação do novo coronavírus.

Dessa forma, é preciso entender que quando manuseados da forma incorreta, os efeitos negativos podem ser os mais diversos para infecções hospitalares e também, para o meio ambiente. Levando isso em consideração, esse descaso é preocupante em outros ambientes, como farmácias, drogarias, salões de beleza, entre outros.

Sendo assim, quaisquer materiais como seringas e equipamentos plásticos e que contenham demais substâncias tóxicas, inflamáveis ou até mesmo radioativas, podem servir como uma ameaça.

E para que sejam evitadas as consequências, selecionamos algumas dicas de como deve ser feito o descarte correto do lixo hospitalar, de acordo com a Anvisa e Agevisa. Confira a seguir:

1. Resíduos infectantes (Grupo A)

Uma das ramificações do lixo hospitalar são os resíduos infectantes, caracterizados como o grupo de infecção potencial, ou seja, curativos, ampolas, bolsas de sangue, luvas, e quaisquer outros responsáveis pela manipulação de microrganismos, vacinação, entre outros.

Esse grupo tem como destinação recomendada de após o seu uso, realizar a incineração.

2. Resíduos químicos (Grupo B)

Os resíduos químicos possuem grandes riscos, que variam de acordo com a inflamação, corrosão e demais consequências que podem causar. Os saneantes estão inclusos no grupo, assim como equipamentos raio x a exemplo dos fixadores, que devem ser descartados em coletores específicos para isso.

3.   Resíduos radioativos (Grupo C)

Os resíduos radioativos são, geralmente provenientes da radioterapia. O cobalto e o lítio por exemplo, em que devem ser acondicionados em caixas blindadas, os depósitos destinados a essas substâncias.

4.  Lixo comum (Grupo D)

Como já conhecemos, o lixo comum é composto de copos plásticos,  garrafas etc, e deve ser inserido em sacolas de lixo, já que são menos ofensivos, ainda que presentes no lixo hospitalar.

Porém, é importante ser feita uma observação que tanto o lixo comum quanto outros tipos de resíduos descartados nesse período de pandemia devem ser identificados e separados quando utilizados por algum paciente que esteve acometido com o novo coronavírus, evitando assim que outras pessoas se contaminem.

5.  Perfurocortantes (Grupo E)

Os perfurocortantes são aqueles matérias descartáveis que podem causar cortes, como os utilizados para injeção e vacina, a exemplo das agulhas, ampolas, entre outros.

Nesse caso, é importante descartá-los através da incineração, para que sejam aplicadas as boas condições sanitárias.

A Santé – Consultoria em Vigilância Sanitária

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Caso você verifique alguma irregularidade entre em contato com os órgãos fiscalizadores. Para mais informações sobre registro de produtos, consulte a Anvisa.